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Asas: Amor, Feridas e a Coragem de Viver Plenamente

Atualizado: 16 de jun. de 2025

Asas libertação

Passamos a vida buscando pessoas que não nos decepcionem, situações que não nos machuquem e que nada nem ninguém nos façam mal.

Queremos a felicidade, a realização dos nossos sonhos, um amor pra toda vida e muita alegria.


Mas, quanto mais o tempo passa e vivemos nossas experiências, mais percebemos como é difícil viver apenas a parte da vida que consideramos boa.


Pessoas nos ferem, nós também ferimos — aos outros e a nós mesmos.

Criamos expectativas sobre como o outro deve ser e agir, assim como o outro também cria expectativas sobre nós.


E como ninguém consegue corresponder totalmente às expectativas alheias, a decepção acaba sendo inevitável.


Amar com coragem: a verdadeira maturidade


Então começamos a viver cheios de defesas.

Vamos nos fechando, tentando nos proteger para evitar que a dor da mágoa e da decepção nos alcance. Afinal, ninguém foi treinado para ter um coração partido, para ser traído, para viver frustrações e perdas.


Assim, deixamos de viver plenamente.

Já não estamos inteiros em cada experiência.

Não nos entregamos ao amor com toda fé.

Ficamos desconfiados, desistimos nas primeiras dificuldades e evitamos nos aprofundar nas relações.


Chamamos esse modo mais contido de viver de “maturidade” e passamos a achar natural que a vida vá, aos poucos, perdendo sua cor.


Mas o que exatamente viemos fazer nesse mundo?


Será que o propósito é nascer com fé na vida, com o coração transbordando de amor, e ir entregando toda essa maravilha que somos a cada dor, a cada perda e a cada decepção?


Ou será que estamos aqui para amar e viver plenamente?


Temos sempre disponível a chance de parar e olhar realmente para dentro.

Perceber que todos esses sentimentos ainda existem.

Que a pureza original ainda está viva — pronta para florescer.


Só precisamos liberar os medos adquiridos e lembrar que nossa natureza é resiliente.

Porque, no fim das contas, o que o outro nos traz importa menos do que aquilo que cultivamos dentro de nós.


Quando alcançamos esse momento — esse "A-há!" interior — e nos reconhecemos como realmente somos, não temos mais medo de nos jogar na vida com os braços abertos e o coração puro.


Confiamos em nós mesmos.

E temos a certeza de que, quando for preciso, saberemos abrir as nossas ASAS.



Se esse texto tocou seu coração e você sente que é hora de abrir suas asas e viver com mais leveza, talvez seja o momento de olhar para dentro com mais carinho.

💛 Conheça meus atendimentos terapêuticos.






Com amor,

Susy Brito



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